Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Mandou mal fenômeno!

Ronaldo parece se embolar quando vai dar entrevistas, melhor, parece não saber o que falar, dizer que a torcida do flamengo não é a maior é uma piada.Como disse o vice de futebol do clube carioca, kleber Leite, o fenômeno achou uma nova profissão, a de humorista. Isso é um fato, e contra fatos não há argumentos, como diz o velho ditado, se o nosso querido atacante não sabe o que dizer é melhor ficar calado, ou vou ter que usar a célebre frase que o baixinho disse ao rei do futebol..." Pelé de boca fechada é um poeta."

Alguém concorda comigo que essa frase seria boa para o nosso fenômeno?
Guilherme Pinto

Garra Chilena!


O flamengo fica, sem dúvidas, um pouco mais fraco depois da saída do apoiador Ibson, para o futebol russo.Porém com a perda do meia confirmada, o treinador cuca tem que pensar em possibilidades.

Essa alternativa pode ser o meia chileno, Gonzalo Fierro que por muitas vezes fora convocado para a seleção do seu país e não conseguiu desempenhar um bom futebol no clube carioca,muitas vezes por falta de oportunidade e muitas outras por não achar o seu jogo.No entanto em alguns jogos em que ele entrou direto, desde do primeiro tempo, ele jogou muito bem, foi até considerado o melhor jogador do flamengo contra o Remo em uma partida pela Copa do Brasil.

Eu lia em jornais chilenos que era uma decepção para eles ter um jogador como Fierro em um banco de reservas num clube carioca, para alguns jornalistas o meia pode ser convocado para copa do mundo de 2010,caso o Chile se classifique,porque é considerado uma promessa no país.

Penso que realmente quando um jogador considerado uma promessa no seu país sai para jogar em um outro país o qual ele conhece nada há uma certa demora mesmo para encontrar o seu futebol, porque ele tem que aprender idioma, apesar da linguagem da bola ser universal, esquemas táticos, o clima do lugar e outros fatores. Eu prefiro acreditar nessa hipótese tomara que o chileno encontre seu bom futebol.

Guilherme Pinto





Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

Conselheiro Deley

Surge um facho de luz nas Laranjeiras.
A pouco mais de um ano das eleições presidenciais, cresce entre alguns setores o nome de Deley, ex-meia do clube, tricampeão estadual (83/84/85) e campeão brasileiro em 84, hoje deputado federal (PSC/RJ).
O ídolo seria um nome em condições de unir as correntes políticas e dar um mínimo de credibilidade e conhecimento técnico ao Fluminense.
Deley, que apoiou o presidente Roberto Horcades nas últimas eleições, reconhece que a situação não é boa, embora veja os demais clubes do Rio em condições semelhantes.
De longe, observa que as administrações não trabalham por um projeto, e não entende por que alguns dirigentes se negam a largar o osso mesmo no estado de penúria.
“Dá pena de ver: os clubes do Rio estão agonizando, essa é a grande verdade”, constata, citando, por exemplo, a omissão com relação à Lei de Incentivo ao Esporte criada pelo governo federal.
“O São Paulo (veja bem, o Sao Paulo!) veio a Brasília com um projeto e captou R$ 27 milhões”, lembra.
Apesar do apoio de sócios influentes, Deley lançaria candidatura se tivesse apoio de todos os setores.
Mas acho que a participação deveria ser requisitada para já.
O Fluminense está partido, com o presidente Roberto Horcades esvaziado, o patrocinador questionado e o técnico Carlos Alberto Parreira tentando o papel de apaziguador.
Deley, ainda que no papel de conselheiro, seria o ponto de equilíbrio entre dois Fluminenses que não se entendem.

Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Mudando de assunto... ABSURDO!!!!

STF derruba exigência de diploma para jornalistas
Obrigatoriedade do curso superior foi abolida por oito votos a um; apenas o ministro Marco Mello votou a favor do diploma

Por oito votos a um, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou nesta quarta-feira (17) a exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalista. Apenas o ministro Marco Aurélio Mello votou a favor da manutenção do diploma. O relator e presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, defendeu, no julgamento, a tese de que o jornalismo é profissão diferenciada que tem vinculação com o amplo exercício das liberdades de expressão e de informação. Segundo ele, exigir o diploma de quem exerce o jornalismo é contra a Constituição Federal, que garante liberdade de expressão e informação. Mendes chegou a comparar a profissão de jornalismo com a de chefe de cozinha, para provar que não é necessário fazer faculdade específica para atuar em determinadas áreas. A decisão foi tomada durante o julgamento de um recurso interposto pelo Ministério Público Federal (MPF) e pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (Sertesp) contra decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), que atestava a necessidade do diploma. No recurso, o MPF e o Sertesp sustentaram que o Decreto-Lei 972/69, que estabelece as regras para exercício da profissão – inclusive o diploma –, não foi recepcionado pela Constituição de 1988. Votaram contra a exigência do diploma, além do relator Gilmar Mendes, as ministras Cármen Lúcia Antunes Rocha e Ellen Gracie, e os ministros Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Carlos Ayres Britto, Cezar Peluso e Celso de Mello. O ministro Marco Aurélio votou favoravelmente à exigência do diploma. Não participaram do julgamento os ministros Menezes Direito e Joaquim Barbosa, ausentes justificadamente da sessão.

COM TODO RESPEITO AOS CHEFS DE COZINHA.

JORNALISTA = CHEF DE COZINHA

MINISTROS DO STF = ANTA

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